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Literatura

Empoderamento Feminino: Obra da escritora Bruna Stamato ajuda como superar o término do casamento e voltar a ser feliz

Livro “Nunca quis um marido, sempre quis um companheiro” mostra como a mulher pode (e deve) fazer para superar um divórcio.

Em dias onde o papel da mulher na sociedade é frequentemente discutido, muitas se esquecem de olhar para si e pensar: eu sou realmente feliz com a vida que levo? Me sinto realizada com tudo que conquistei? Essa é a vida que eu imaginava ter 10 anos atrás?

Em “Nunca quis um marido, sempre quis um companheiro”, a autora Bruna Stamato conta como, após um casamento de 10 anos, duas filhas e um conturbado divórcio, deu a volta por cima e usa sua história de vida para incentivar e apoiar mulheres que passaram pela mesma situação que ela a dizer: Dar a volta por cima após uma separação é possível, sim!

Quando as mulheres se casam a responsabilidade antes agregada ao nome mulher soma-se ao nome marido. Como se os deveres do lar e o cuidar dos filhos, antes realizado pela mãe, passa-se como um bastão de atletismo à esposa.

Os séculos evoluíram, mas os relacionamentos parece que não. E isso tem feito com que vários casais se separem pelo simples fato da anulação feminina.

E é esse o ponto que Bruna trabalha em seu livro, trazendo o seu antigo relacionamento como base para uma auto análise comportamental que reflete em tantos outros relacionamentos como se fosse um espelho social.

Hoje, liberta dessa corrente social, Bruna quer dar força para as mulheres que se sentem para baixo, seja dentro do relacionamento ou em uma recente separação, ajudando a mostrar que primeiro precisam se amar e se aceitar, para só então poder agregar ao outro como casal.

Quero mostrar que embora sofrido e penoso, existe vida pós divórcio! Quero empoderar as mulheres, dar força para terminar uma relação ruim e desgastada e ir em busca da felicidade. Eu consegui e elas também conseguirão.” – Bruna Stamato

Um livro de leitura rápida, prazerosa e acima de tudo reflexiva. Que papel exercemos hoje? Somos mulheres acorrentadas em nossos relacionamentos? Como uma conversa entre amigas, essas e outras perguntas são respondidas durante o texto.

Sobre a autora:

Bruna Stamato é mãe de duas meninas, mora em São Paulo e atualmente é colunista dos sites O segredo, Superela, Mãe Vaidosa, Materniarte, Resiliência humana e Revista bem mais mulher.

Ficha Técnica:

Nunca quis um marido, sempre quis um companheiro.

Autora: Bruna Stamato

Páginas: 120

Editora: Giostri

imprensa@aspasevirgulas.com.br

Serviço:

Para saber mais sobre Bruna Stamato, acesse:

Email: contato@brunastamato
Instagram: @brunastamato.oficial
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Entretenimento

Saint Patrick’s Day, a maior festa da Irlanda ganha adeptos no Brasil e no mundo

Celebração que homenageia o santo padroeiro do país tem adeptos no mundo todo.

Os irlandeses já estão animados para a festa mais grandiosa do país: o Saint Patrick’s Day, celebrado no dia 17 de março. Maior símbolo da cultura do país, essa comemoração vem conquistando cada vez mais adeptos ao redor do globo e, em 2018, promete deixar o mundo todo verde – a cor de Saint Patrick.

É impossível não se apaixonar por essa data. Diversos desfiles são realizados por toda a Irlanda, além de festivais e outros eventos, para homenagear o santo padroeiro do país. Os desfiles são coloridos e teatrais, cheios de espetáculos e bandas internacionais. Os festivais, por sua vez, se estendem por uma semana com muita música, entretenimento e cerveja.

O Brasil não fica de fora dos festejos, e também terá monumentos iluminados por todo o seu território. Brasileiros têm se interessado cada vez mais pela cultura do país europeu, somando quase 10 mil pessoas que vão para lá todo ano, com o intuito de aprender inglês ou fazer curso superior. A maioria se encanta com a alegria da data mais importante do calendário da Ilha Esmeralda.

Este ano, diversos monumentos turísticos, como o Opera House, o Coliseu e o Cristo Redentor serão iluminados de verde para se unir às festividades, deixando expatriados saudosos e estrangeiros curiosos para viver de perto a experiência única de se vestir de verde e sair às ruas em uma das maiores celebrações do planeta. Com cerca de 70 milhões de descentes ao redor do mundo, as tradições se espalharam por todos os lados, e países como a Austrália e os Estados Unidos também contam com eventos para quem quer comemorar.

A história do Saint Patrick’s Day é diferente do que se imagina. Para começar, 17 de março é a data da morte de Saint Patrick e, tradicionalmente, este é um dia para renovação espiritual.

Além disso, o primeiro desfile de Saint Patrick’s Day não aconteceu na Irlanda, e sim nos Estados Unidos. Mas foram os irlandeses que deram à data o nome e a importância que tem hoje, aproveitando-a para expressar o orgulho pelo seu país, sua alegria e tradições, vestindo suas cores e espalhando-as pelo mundo.

Para completar, o santo não era de fato irlandês, mas foi levado para o país aos 16 anos como escravo, fugiu e retornou anos mais tarde para espalhar a palavra do Cristianismo. Os lugares por onde passou, no noroeste do país, formam um incrível roteiro turístico. História e natureza andam juntas em atrações como Armagh, a montanha Slemish e a charmosa cidade de Downpatrick. Outros destinos, fora do caminho da peregrinação do santo, incluem Belfast e Dublin, cheias de histórias, bons restaurantes e pubs, além de Galway, perfeita para quem adora baladas e festivais.

Seja como for, uma pessoa precisa ser agradecida: o franciscano Luke Wadding, um frei irlandês que persistiu junto à Igreja Católica para que Saint Patrick tivesse seu próprio dia no calendário de santos. Por isso, no dia 17 de março, não deixe de tomar uma cerveja em homenagem ao homem que criou uma das melhores festas do mundo!

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Teatro

Espetáculo inspirado na obra poética e política de Carlos Marighella estreia no Kasulo Espaço de Arte e Cultura em São Paulo

Novo trabalho da Cia Nova Agonizante estreia dia 8 de março, às 21h no Kasulo Espaço de Arte e Cultura com concepção, coreografia e direção de Sandro Borelli.Não tive tempo para ter medo é inspirado na obra poética e política de Carlos Marighella com os intérpretes Alex Merino, Mainá Santana e Rafael Carrion.

Sobre o espetáculo, por Sandro Borelli

Ter a oportunidade de poder transformar Carlos Marighella em dança tem uma dimensão muito significativa e simbólica para a Cia. Carne Agonizante, pois reafirma mais uma vez o ativismo artístico e político do grupo na dança brasileira.

Seu modo de produzir tem a intenção de apontar e escancarar questões políticas e sociais, que habitam em uma sociedade cada vez mais seduzida pelo capitalismo, pelos encantos do fascismo, pelo consumo banal, entretenimento midiático e instantâneo.

Em prol de uma revolução popular contra as elites e os donos do capital que pudesse libertar e transformar o indivíduo em agente de seu próprio destino, Marighella desafiou o poder doutrinador e opressor do Estado.

Ao propor a quebra de um paradigma ainda escravocrata e perverso mantido pela Casa Grande, construído para preservar as desigualdades sociais em um país dividido em castas, o “mulato baiano” como se autodefinia, tornou-se o inimigo número um da ditadura militar brasileira, sendo caçado e assassinado pelo DOI-CODI, numa emboscada em 4 de novembro de 1969 na capital paulista.

A pesquisa e criação se dedicaram ao espírito indomável, incorruptível, poético e humano de Marighella, também trazendo para a cena a brilhante energia libertária e sensível de Clara Sharf, amante e companheira de luta até o final da vida do guerrilheiro.

Ao apresentar NÃO TIVE TEMPO PARA TER MEDO, a Cia. Carne Agonizante assume uma vez mais o compromisso de criar, através da dança, um modo de perceber, refletir e encarar o mundo.

Um herói precisa sangrar e morrer para que seus ideais permaneçam.

Sandro Borelli

Ficha Técnica

Intérpretes: Alex Merino, Mainá Santana e Rafael Carrion

Concepção, Coreografia e Direção: Sandro Borelli

Assistente de Coreografia: Rafael Carrion

Trilha Sonora: Gustavo Domingues

Luz: Sandro Borelli

Figurino e cenário: Grupo

Arte Gráfica: Gustavo Domingues

Fotografia: Alex Merino e Júnior Cecon

Tratamento de Imagens: Jhonatas Silva

Preparação Corporal: Vanessa Macedo

Direção de Produção: Júnior Cecon

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Serviço:

Quando – De 08 de março a 08 de abril

Horários: quinta a sábado às 21h; domingo às 19h

Duração – 50 minutos

Recomendação – 14 anos

Kasulo Espaço de Arte e Cultura

Rua Sousa Lima, 300 – Barra Funda

Lotação – 40 pessoas

Ingressos – Um quilo de alimento não perecível. Reservas antecipadas pelo APP Cia Carne Agonizante disponível no Google Play e Apple Store.

Informações: ciacarneagonizante@gmail.com

Fotos: Alex Merino

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Teatro

A atriz e youtuber Marcela Tavares reestreia seu aclamado espetáculo “Danos Morais”  no Teatro Renaissance em São Paulo

A humorista Marcela Tavares reestreia temporada do show “Danos Morais” em 17 de março, às 23h59, no Teatro Renaissance em São Paulo.

Apresentado em mais de 50 cidades brasileiras, o show permanecerá em cartaz até 7 de abril, todos os sábados.

Neste show, Marcela Tavares apresenta textos inéditos, com piadas fortes, que nos faz pensar e rever conceitos de uma maneira extremamente bem humorada (há controvérsias).

Os assuntos vão de política, sexo, feminismo, redes sociais até histórias do cotidiano que geram identificação imediata e hilária por parte do público. “Danos Morais” não é um solo de stand-up comum. O espetáculo conta com momentos de grande interação com a plateia, entre elas o grupo de whatsapp que é formado pela própria humorista e que inclui todos aqueles que foram assisti-la.

A facebooker usa recursos como projeções interativas, sons, vídeos e internet para criar uma atmosfera de profunda imersão do público no espetáculo. Durante a apresentação os momentos de improviso são um show à parte. Marcela interage com o público transformando-os em parte integrante do espetáculo. Sempre com muito bom humor e descontração.

Ficha Técnica:

Direção: Felipe Halliday

Produção nacional: Agência de Shows, Caio Arbex

Assessoria de Imprensa: Florez Comunicação, Chris Florez

Serviço:

“Danos Morais”

com Marcela Tavares

Temporada: 17 de março a 7 de abril de 2018 – todo sábado

Horário: às 23h59

Local: Teatro Renaissance – Alameda Santos 2233 / São Paulo

Gênero: Comédia / Stand up e Improviso

Duração: 60 minutos

Ingressos: R$ 60,00 (Inteira) e R$ 30,00 (meia)

Capacidade: 440 lugares

Classificação: 16 anos

Venda de ingressos: na bilheteria do teatro e através do site: www.ingressorapido.com.br

Bilheteria: Quinta, das 14h às 20h. Sexta, sábado e domingo, das 14h até o início do espetáculo.

Estacionamento: no local
Acesso para deficiente, portadores de mobilidade reduzida e obesos

Mais informações: 11 3069-2286

Fotos: Divulgação

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Show

A Bela e os Tenores retornam ao palco do Teatro J. Safra em noite de homenagem á Bella Itália

Criado em 2017 pelos cantores líricos Armando Valsani, Giovanna Maira e Jorge Durian, o grupo musical “A Bela e os Tenores” confere ao seu repertório, que transita entre o erudito e o popular, um jeito único de interpretar canções autorais e consagradas mundialmente. Além das vozes marcantes, o trio se destaca pela união inédita entre dois tenores e um soprano, tornando a experiência de ouví-los, um misto de encantamento, emoção e prazer.

Nesta única apresentação, A Bela e os Tenores trazem um repertório com muitos clássicos italianos de tirar o fôlego, como “Nessun Dorma”, de Giacomo Puccini, criada em 1926 e já interpretada por grandes artistas como Luciano Pavarotti e Plácido Domingo, “O Mio Babbino Caro”, também de Giacomo, feita especialmente para a voz feminina da soprano “O Sole Mio” uma das mais conhecidas canções italiana que foi composta em 1901, entre outras.

Com carreiras solo conceituadas, tanto no Brasil quanto no exterior, esses talentosos cantores, agora juntos em A Bela e Os Tenores, despontam na cena musical, trazendo frescor e modernidade á música clássica.

Armando Valsani, tenor lírico com quase 40 anos de carreira se destacou pelo mundo pela sua brilhante potência vocal. Giovanna Maira, cantora lírica (soprano), traz delicadeza para a apresentação com sua voz doce e cristalina.

Jorge Durian, tenor com uma sólida carreira com mais de 30 ano, sempre foi destaque por transformar canções populares em clássicos eruditos.

Serviço:

A Bella Itália

Quando: 23 de março de 2018

Horário: 21h30

Ingressos:

Plateia Premium: R$ 100,00
Plateia VIP: R$ 80,00
Mezanino: R$ 50,00
Mezanino com visão parcial: R$ 30,00

Teatro J. Safra

Rua Josef Kryss, 318
Barra Funda – São Paulo – SP
Tel:. (11) 3611-3042

Fotos: Divulgação