Dirigido por Joca Andreazza, o espetáculo infantil “A Cachorrada” estreia no Teatro Cacilda Becker, em São Paulo

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O infantil A Cachorrada, com texto de Maciel Silva e direção de Joca Andreazza, discute como é importante tratar bem os animais e adotar bichinhos sem raça e com idade avançada. O espetáculo estreia no Teatro Cacilda Becker em 6 de outubro e segue em cartaz até o dia 28, com sessões aos sábados e domingos, às 16h (e apresentações extras no dia 12, às 11h e às 15h, e dia 25, às 10h e às 15h.

A trama narra a história de Lili, uma garota de 8 anos que adora os animais, tem vários bichos de estimação e defende os direitos deles. Ela está de férias e relaxada, só quer saber das redes sociais e está se esquecendo de cuidar de seus animais. Estressada com essa situação, a mãe dá uma bronca na menina e diz que vai expulsar os animais de casa e abandoná-los em um lugar sombrio – o que não passava de uma brincadeira de mau gosto.

Naquela noite, Lili sonha que sua mãe é uma vilã, uma espécie de Cruela brasileira, que abandonou todos os bichinhos em um lixão. Desesperados os pets pedem socorro à menina. Com a ajuda de Pedrinho, Lili cuida de todos os animaizinhos, sem distinção de raça ou idade. Quando ela acorda, descobre que tudo não passou de um terrível pesadelo, que sua mãe ama os bichinhos de estimação e até adotou uma cadelinha de idade avançada que estava abandonada.

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A PEÇA POR JOCA ANDREAZZA

“Habitamos o planeta Terra há milhares de anos e dividimos este espaço com um número incontável de espécies de animais. Com o passar dos tempos aprendemos a conviver com alguns deles tão afetivamente que abrimos as portas de nossas casas para acolhê-los, muitas vezes, como membros de nossas famílias. Impossível não reconhecer nesses animais, a quem atribuímos apenas instintos, traços que os aproximam daquilo que existe de melhor e mais generoso no ser humano.

Acredito que, juntamente com políticas educacionais, as ações culturais que “toquem os corações” sejam capazes de criar no ser humano a consciência necessária para reverter este “jogo nefasto”, que infelizmente tem por juiz o próprio homem, corrompido pelos interesses, a decidir o destino sobre a vida e a morte dos animais.

Nosso espetáculo não fala de extinção, mas da violência, abandono e maus-tratos contra os animais e expõe os mecanismos de leis que salvaguardam suas vidas e os seus direitos. Falamos sobre a responsabilidade que assumimos ao adotar um animal. Falamos sobre os bons paradigmas, ao expor a hipocrisia nas relações humanas, para que o teatro cumpra a sua função de espelho.

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A escolha da linguagem introduz conceitos muito elaborados, nos quais a máscara, a música e o canto, a luz, o cenário, a palavra e o corpo do ator formam narrativas que se sobrepõem na criação da intertextualidade necessária, para desafiar o público infantil tirando-os da anestesia do mundo virtual e convidando-os à estesia que só a arte pode proporcionar.

Agradeço a todos os profissionais (cujos nomes compõem nossa ficha técnica) que se entregaram com consciência a este trabalho, cujas pretensões não vão além de querer reconhecer as próprias hipocrisias e desejar o bem do próximo alertando-o sobre a necessidade da identidade planetária.

Dedico este espetáculo às minhas amigas Bete Dorgam e Paula Burlamaqui, que há anos se empenham nesta cruzada pela adoção responsável de animais em estado de abandono e à atriz Brigitte Bardot, cuja história de vida tem ainda hoje inspirado leis de proteção aos animais por meio de ações reais e efetivas em defesa de nossos indefesos amigos”.

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SINOPSE

Lili é uma garota de 8 anos que adora os animais, tem vários bichos de estimação e defende os direitos deles. Ela está de férias e relaxada, só quer saber das redes sociais e se está esquecendo de cuidar de seus animais. Estressada com essa situação, a mãe dá uma bronca na menina e diz que vai expulsar os animais de casa e abandoná-los em um lugar sombrio. Naquela noite, Lili tem um pesadelo em que seus animais estão abandonados em um lixão. No sonho, a mãe da menina vira uma vilã e o amigo Pedrinho aparece para ajudar a menina a cuidar de todos os bichinhos.

FICHA TÉCNICA

Texto: Maciel Silva

Direção: Joca Andreazza

Assistente de direção: Juliano Barone

Preparação Corporal: Joca Andreazza

Preparação Vocal:  Lu Vitti e Adriano Salhab

Elenco: Georgina Castro, Gil Teles, Lucas Lentini, Maciel Silva, Lu Vitti e Thaís Almeida.

Direção de Produção: Renata Bertelli e Gustavo Sanna

Assistente de Produção: Fernanda Ramos

Cenografia: Julio Dojcsar

Assistência de cenografia: Maria Fernanda Poppi

Iluminação: André Lemes

Operação de luz: Henrique Andrade

Figurinos: Kleber Montanheiro

Assistência de figurinos: Thais Boneville

Adereços e cabeças: Marcos Júnior Valadão

Costureira: Creuza Medeiros

Composições, trilha e direção musical: Adriano Salhab

Produção musical: Julio Epifany e Adriano Salhab

Técnicos de gravação: Iran Ribas e Gabriela Sá

Gravação: Veredas Estúdio

Designer gráfico: Daniel Sciacco

Ilustrações: Natalia Matos

Fotos: Victor Iemini

Midia internet: Carolina Coelho

Assessoria de imprensa: Pombo Correio

Patrocinio: Premier

Captação de Recursos: Unidéias Captação e Conteúdo

Idealização: Sciacco Studio/ R2B Produções e Unidéias Captação e Conteúdo

Produção: R2B Produções Culturais e Complementar Produções Artísticas.

SERVIÇO

A Cachorrada, de Maciel Silva, com direção de Joca Andreazza

Teatro Municipal da Lapa Cacilda Becker – Rua Tito, 295 – Lapa
Temporada: de 6 a 28 de outubro

Aos sábados e domingos, às 16h. Sessões extras acontecem no dia 12 de outubro, às 11h e às 15h, e no dia 25, às 10h e às 15h

Ingressos: R$16 (inteira) e R$8 (meia-entrada)

Classificação: livre

Informações: (11) 3864-4513

 

 

Fotos: Victor Iemini

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