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Dani Mattos & Toque de Bambas apresentam o show “Cronistas da Cidade” no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo

No repertório, clássicos de Adoniran Barbosa, Paulo Vanzolini , Osvaldo Moles. Além de esquetes de diálogos das radionovelas (Adoniran) e a leitura de poemas do livro: Tempo de Cabo, de Paulo Vanozolini.

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Dani Mattos & Toque de Bambas apresentam o espetáculo Cronistas da Cidade, no dia 11 de novembro, domingo, às 11h, no Museu da Casa Brasileira. Com a concepção artística e musical de Dani Mattos e Tito Longo, o projeto realiza um encontro da poesia de Vanzolini e as invenções musicais de Adoniran Barbosa. O show tem entrada franca.

No repertório, clássicos de Adoniran Barbosa, Osvaldo Moles e Paulo Vanzolini: Um samba no Bixiga; Conselho de Mulher; Saudosa Maloca; Vila Esperança; Juízo Final; Luz da Light/Acende o Candeeiro; Samba Italiano; Apaga o Fogo, Mané; O Casamento do Moacir; Praça Clovis; Samba Erudito; Leilão; José; Triste Margarida; Patrão e Cachaça. Além de Diálogos das radionovelas da Record.

Com toques de humor, o show busca ilustrar as canções com breves informações e diálogos desses compositores que retrataram a vida na capital durante o século XX. “Aliamos ao repertório musical desses mestres do samba, a poesia de Vanzolini, e diálogos cômicos criados por Adoniran e Osvaldo Moles para as típicas personagens das novelas de rádio”, explica a cantora e pesquisadora, Dani Mattos.

Adoniran e Vanzolini, capturaram em suas composições o jeito de ser peculiar do habitante da cidade de São Paulo, recém metrópole, repleta de viadutos e edifícios altos, mas também de arrabaldes, vilas e ruas de aspecto interiorano, onde a luz da Light sempre acabava dando lugar a vela e o querosene.

Para essa apresentação, o grupo é formado por Dani Mattos (voz, direção musical e artística), Tito Longo (vocal, cavaquinho, arranjos e direção musical); Marcelo Martins (7 cordas), Marcos Brito (baixo elétrico), Iuri Salvagnini (acordeon), Koka Pereira (percussão) e participação de Edu Batata (vocal e percussão).

Sobre Dani Mattos & Toque de Bambas

Formado em 2008 em rodas de samba, Dani Mattos & Toque de Bambas exploram compositores e temas da história do samba e da Música Popular Brasileira, do século 20 até os dias atuais. A proposta do grupo é a exaltação de sambas clássicos, atemporais por meio de vasta pesquisa sobre as obras de compositores como: Vanzolini, Germano Mathias, Adoniran Barbosa, Geraldo Pereira, Príncipe Pretinho e outros grandes nomes eternizados por suas canções.

Serviço:

Show Cronistas da Cidade com Dani Mattos & Toque de Bambas

Data: 11 de novembro, domingo

Horário: 11h

Entrada franca

220 lugares

Duração 1h30

Local: Museu da Casa Brasileira (palco montado no terraço)

Endereço: Av. Faria Lima, 2.705 – Jd. Paulistano Tel.: (11) 3032.3727

Estacionamento R$ 27,00.

Site: http://danimattos.com.br

Ouça: https://www.youtube.com/watch?v=PLcBBdLlb4A

Site do museu: http://www.mcb.org.br/pt-BR/programacao/musica/musica-no-mcb-dani-mattos-e-toque-de-bambas

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Grande final da Batalha de Poesias entre deficientes auditivos é atração do Sesc Pinheiros, em São Paulo

A 1ª batalha de poesias no Brasil com duplas compostas por surdos e ouvintes terá disputa no Sesc Pinheiros dia 26, sexta. Nesta final será eleita a dupla campeã entre todas as edições do Slam do Corpo que aconteceram em 2018 – vencedores conquistam uma vaga na competição estadual de Slam.

O Sesc Pinheiros recebe, no dia 26 de outubro, sexta-feira, a batalha final do Slam do Corpo de 2018, às 19 horas, na Praça. Neste dia, participam todas as duplas que ganharam as edições do Slam do Corpo ao longo de 2018. A dupla vencedora irá representar o Slam do Corpo no SlamSP, uma batalha estadual que reúne vencedores de todos outros slams praticados no estado. Quem ganha a modalidade estadual segue para as batalhas nacionais do SlamBR e, de lá, os ganhadores competem na Copa do Mundo de Slam (Coupe du Mounde de Poesie Slam), realizada anualmente em Paris, na França.

O Slam do Corpo é a 1ª batalha de poesias no Brasil com surdos e ouvintes, com poemas executados simultaneamente em Libras e língua portuguesa. O projeto nasceu da parceria entre o Corposinalizante (grupo de estudos e ações poéticas formado por surdos e ouvintes), o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos (idealizador do ZAP!SLAM) e o poeta Daniel Minchoni (idealizador do Sarau do Burro e do Menor Slam do Mundo). Quando o poeta surdo e o poeta ouvinte se encontram nas performances poéticas mestiças realizadas neste Slam, as línguas se entrecruzam, se tensionam e se alargam. Este acontecimento recebeu o nome de “beijo de línguas”.

A atividade começa com o “corpo aberto”, momento em que são apresentados poemas de forma livre. A batalha acontece em seguida, quando já começam a ser praticadas as regras do Slam (os poemas devem ter até 3 minutos de duração, sua autoria deve ser própria e não é permitido o uso de figurinos ou objetos de cena). O evento é apresentado por uma dupla de MCs (um surdo e um ouvinte) e conta sempre com dois tradutores-intérpretes de Libras. Para os poetas vencedores, o prêmio é um conjunto de livros de arte e poesia.

O que é o Slam

Slam (poetry slam) é uma batalha de poesia falada (spoken word) em que um júri escolhido pelo próprio público dá notas para as performances poéticas apresentadas. O movimento surgiu nos Estados Unidos, na década de 1980, e a cada ano se espalha mais pelo mundo. O jogo se estabelece com algumas regras que quase sempre se repetem nos mais diversos países, regiões, estados, cidades e povoados: os poemas precisam ser autorais (portanto, no centro da arena, vemos normalmente apenas um poeta), suas performances poéticas não podem passar de três minutos de duração e jamais devem ser acompanhados por músicas, objetos de cena ou figurinos. O Slam é espaço para uma poesia do acontecimento. Lugar onde o poeta-performer abre o corpo e suas palavras a um público disposto a mergulhar com ele até as últimas consequências – afinal, trata-se de uma batalha.

Ficha Técnica:

Coreografia de urgências: Cibele Lucena e Joana Zatz Mussi.

Equipe: Leonardo Castilho, Cauê Gouveia, Érika Mota, Lara Gomes, Luaa Gabanini e Daniel Minchoni.

Parceiros: Roberta Estrela D’Alva e Claudia Schapira. Agradecimentos: a todos os poetas, surdos e ouvintes, DJs e intérpretes de Libras que participam dos Slams e dos cursos que desenvolvemos.

Participantes: Catharine Moreira + Amanda Lioli. Edinho + James Bantu. Nayara + Carla Prandini. Fernando Emerson + Wesley Malta. Felipe Nicastro + Victor Rodrigues. Thalita Passos + Patricia Torres. Dener e Lucas. Guilherme. Erik

Serviço:

Slam do Corpo 2018

Quando: 26 de outubro de 2018

Horario: 19h às 21h30

Ingressos: Grátis

Inscrições: 30 minutos de antecedência no local

Classificação Etária: Livre para todos os públicos

Sesc Pinheiros

Rua Paes Leme, 195 – Pinheiros

Bilheteria: Terça a sábado das 10h às 21h. Domingos e feriados das 10 às 18h.

Tel.: (11) 3095 – 9400

Fotos: Divulgação

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Entretenimento

Musa do Sertanejo critica artistas como Rita Lee que falam de maus tratos de animais: “Nunca foram ao rodeio para ver como são bem tratados”

A Musa do Sertanejo Pollyana Silva está dando o que falar em novo ensaio sensual. A bela que também já foi  convidada para posar em uma grande revista masculina, vem causando polêmica com artistas em função dos rodeios.

 

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O concurso da revista Sexy para escolher a nova Musa do Sertanejo envolveu diversas modelos exibindo os seus ensaios com o tema country no Instagram. Atraindo os olhares de diversos internautas, inclusive da própria revista masculina, Pollyana Silva foi escolhida, entre milhares de candidata, a nova Musa do Sertanejo. Recentemente ela vem mostrando o seu posicionamento sobre os cuidados com os animais e os rodeios.

 

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Com um assunto polêmico para o seu título, Pollyanna voltou a criticar quem não é favor dos rodeios. “Já ouvi relatos da Rita Lee criticando os rodeios, quando na verdade nunca passaram pelo evento para ver como os animais são bem tratados”.

 

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A musa também conta que antes de conhecer de perto a organização dos evento e o tratamento com os animais, se dizia contra os rodeios. “Há inúmeros meios de promover manifestações culturais, não sou contra as festas, só quero que animais sejam bem cuidados”, finaliza.

 

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Posando para um dos seus primeiros ensaios sensuais, ela conta que foi convidada por uma revista masculina para ser capa ainda esse ano na Europa. “Já tirei fotos de lingerie e achei muito legal, estou quase convencida”.

Fotos: Emanuele Jeane | CO Assessoria