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O multifacetado Carlos Canhameiro realizará live de lançamento do livro “O Canto dos Homens da Terra” pelo Instagram da Editora Mireveja com vários convidados especiais

Com distribuição gratuita, edição tem ilustrações inéditas de Cacá Meirelles. Livro completa o díptico do autor, que começou em “O Canto das Mulheres do Asfalto. No lançamento haverá uma leitura dramática do texto em forma de podcast e uma live com o autor e convidados.

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Quatro anos depois de escrever O Canto das Mulheres do Asfalto, em 2014, peça que foi encenada pelas mãos da diretora Georgette Fadel com uma bem-sucedida carreira de apresentações e boas críticas, Carlos Canhameiro, resolve falar do masculino. O autor, que já estudava o feminismo e seus desdobramento há anos, tem a percepção da urgência em pesquisar o masculino ao se deparar com uma frase de Virginie Despentes, em Teoria King Kong: “de que autonomia os homens tem tanto medo que continuam a se calar, a não inventar nada? A não produzir nenhum discurso novo, crítico, inventivo sobre sua própria condição? Para quando é a emancipação masculina?”. A partir dai começa a escrita da dramaturgia de O Canto dos Homens da Terra.

“Em 2018 eu comecei a perceber que não estava falando do masculino, estava há um bom tempo debruçado no feminino, nas feministas, a luta feminista de vários ângulos, desde o feminismo radical até o transfeminismo. Não é o meu lugar de fala, mas artisticamente sempre me interessou abordar e pesquisar este assunto. Aí eu entendi que precisava falar do masculino. A frase do livro de Virginie me pegou e pensei: é verdade, a gente não fala, ficamos pensando sobre o mundo, mas sobre a nossa construção gênero/sexo a gente não elabora. Foi assim que vislumbrei o Canto dos Homens da Terra.”, conta Carlos.

Inicialmente, quando o autor escreveu O Canto das Mulheres do Asfalto, não tinha em mente que seria a primeira parte de um díptico, Carlos a escreveu de um modo muito rápido, a partir de uma cena que construiu junto com o dramaturgo João das Neves, três anos antes. “Eu só retomei porque estava imbuído de pesquisas e sensações de que o homem era, e acho que ainda é, o grande vilão, para trabalhar uma coisa bem maniqueísta. E eu tinha o Heiner Müller em mente, porque em Hamlet Machine tem a fala de Hamlet – deveriam costurar as mulheres, assim poderíamos nos matar à vontade. E eu penso: não, isso não é uma decisão dos homens. São as mulheres que precisam chegar a essa conclusão, se elas querem ou não parir. Então eu escrevi uma peça na qual as mulheres desistiam de parir. A peça é autônoma, não tinha vontade de escrever uma continuidade, é uma dramaturgia que não deixa brecha para seguir o assunto. Mas falar da masculinidade foi uma necessidade que veio depois e me fez criar essa peça que lanço agora, sobre os dois últimos homens da terra, que são dois coveiros. Então instaurou-se o díptico, no qual as peças não se completam, mas existe uma fricção entre as duas”.


Do ensaio para a impressão do livro

O Canto dos Homens da Terra já estava sendo ensaiada para estrear dia 5 de junho no Centro Cultural São Paulo, com o mesmo elenco que fez O Canto das Mulheres do Asfalto (Cris Rocha, Paula Carrara, Michele Navarro, Paula Serra, André Capuano e Weber Fonseca), e direção do próprio dramaturgo. Com a pandemia tudo foi adiado e o lançamento da dramaturgia se tornou uma necessidade para que a obra pudesse nascer. “Eu gosto de ver o texto ganhar outros olhares, tenho apego nenhum, podem dirigir, usar pedaços. Em O Canto das Mulheres do Asfalto imprimimos 2 mil livros e distribuímos para as pessoas no final das apresentações. Já teve gente que pediu para montar no Rio, em Osasco, em Portugal, gente que estuda cenas na faculdade. O melhor que pode acontecer com uma dramaturgia é as pessoas quererem encená-la”, comenta o autor. Além das cotas para órgãos públicos, serão enviados livros para entidades e bibliotecas ligadas ao fomento à leitura, ao teatro e à literatura.

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Da falta de pontuação

O livro não tem ponto algum, o texto é escrito de forma corrida, e a única alteração visual que existe na narrativa é o uso de letras maiúsculas e minúsculas. Já tem um tempo que essa é a escolha de Carlos Canhameiro ao escrever suas obras. Ele vê essa forma como uma possibilidade de ampliar as possibilidades de entendimento das frases, especialmente para quem vai encená-las no teatro. Bastante influenciado por Heiner Müller, que não usa pontuação em algumas de suas obras emblemáticas, Carlos deixa as frases sem pontuação para que a dúvida de seu sentido seja um impulsionador na busca de sentido. “No começo causa uma rejeição, tanto como literatura como dramaturgia para teatro, mas depois fui percebendo que tem muita abertura na forma de construção de sentido da frase, não chega a ser uma escrita dadaísta, sem sentido, mas, se você não coloca ponto final, exclamação, dependendo da forma de construção da frase, algumas você fica na dúvida, outras você tem certeza do que se trata, mesmo sem a pontuação. Para fazer uma cena eu sempre me divirto com as interpretações que vem dos atores e atrizes. Não só quando eu estou dirigindo, em O Conto Mulheres do Asfalto, dirigido pela Georgette Fadel, eu não participei do processo e era surpreendente ouvir uma pergunta em uma frase que quando eu escrevi tinha certeza que era uma afirmação, por exemplo.”, completa o dramaturgo.


Sobre Carlos Canhameiro

Carlos Canhameiro é diretor, dramaturgo e ator. Trabalha há mais de 15 anos em São Paulo onde criou dezenas de peças com diferentes artistas e coletivos teatrais. É integrante fundador da Cia. LCT e da Cia De Feitos, além de artista parceiro da Cia. Teatro de Riscos e Cia. 4 pra Nada. Tem doutorado em artes pela Unicamp (universidade onde também fez mestrado e graduação em artes cênicas). É pai do Lucas e da Nina e acredita que a maneira como lidamos com as crianças diz muito (ou tudo) do presente onde estamos inseridos.


Sobre a editora Mireveja

A Mireveja é uma editora jovem com uma equipe experiente, que já passou nas últimas duas décadas por jornais, revistas e grandes editoras. Foi criada em 2019 pelo jornalista João Correia Filho, autor de quatro guias literários e ganhador do Prêmio Jabuti 2012, na categoria turismo, com Lisboa em Pessoa. A Mireveja tem se dedicado a projetos diferenciados que envolvem literatura, dramaturgia e fotografia, buscando publicar livros que dialoguem com os tempos atuais.


Ficha Técnica do Podcast:

Realização: Governo do Estado de São Paulo e Secretaria de Cultura, por meio do ProAC – Programa de Ação Cultural

Edital 20/2019 – Produção e publicação de obras teatrais

Este projeto foi contemplado pela 9ª Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a
cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura


Ficha Técnica:

Direção e Dramaturgia: Carlos Canhameiro

Elenco: André Capuano, Weber Fonseca, Cris Rocha, Michele Navarro, Paula Carrara e Paula Serra

Trilha Sonora Original: Rui Barossi


Serviço:

Live de lançamento do livro O Canto dos Homens da Terra , de Carlos Canhameiro

Quando: 22 de julho de 2020

Horário: 20h

Onde:  Instagram da Editora Mireveja (@mirevejaeditora)

Participam da Live: O autor Carlos Canhameiro, o editor João Correia Filho, a ilustradora Cacá Meirelles e convidados.

Fotos: Divulgação

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Literatura

O Livro dos Negros, do sociólogo canadense Lawrence Hill é disponibilizado gratuitamente pela Primavera Editorial

A Primavera Editorial disponibilizou gratuitamente, em formato de e-book, a obra O livro dos negros, do sociólogo canadense Lawrence Hill. Descendente de africanos escravizados nos Estados Unidos, Hill conta a jornada de Aminata Diallo rumo à liberdade. O livro está disponível nas plataformas Amazon, Google e Apple até 31 de março de 2020. A obra inspirou uma série que foi exibida, em 2019, pela TV Globo com o título Meu nome é liberdade; atualmente está disponível no Globoplay.

 

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Fique em casa na companhia de um bom livro. Essa é a mensagem que a equipe da Primavera Editorial quer passar para os leitores que vivem tempos de quarentena. Para incentivar o hábito da leitura, a editora está disponibilizando, até 31 de março de 2020, o download gratuito de O Livro dos Negros, do escritor canadense Lawrence Hill. A obra está disponível nas plataformas Amazon, Google e Apple.

Segundo Lu Magalhães, presidente da Primavera Editorial, a proposta é colaborar de alguma forma para que o isolamento social seja um momento de expandir o conhecimento e aumentar o repertório por meio da leitura qualificada. “Nosso intuito é tornar acessível uma obra muito relevante que, por meio de uma personagem forte, Aminata Diallo, conta a história de homens e mulheres que foram escravizados nos Estados Unidos”, afirma a executiva.

 

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Sobre O Livro dos Negros

Existe uma mancha na história que somente pode ser percebida quando lidamos com os aspectos históricos e reais de que homens e mulheres foram escravizados apenas pela cor da sua pele e privados de seus direitos, da liberdade – e, que, para reconquistá-la, lutaram com forças e energias quase sobre-humanas. Lawrence Hill – autor de O livro dos negros, sociólogo e descendente de africanos escravizados nos Estados Unidos – passou a escrever sobre a história dos negros que imigraram para o Canadá; nesse ponto, as narrativas dele se cruzam com uma figura feminina tão forte que não há como ficar impassível diante da trajetória.

Aminata Diallo foi sequestrada aos 11 anos; retirada da sua tribo na África e vendida como escrava na Carolina do Sul – um dos Estados mais escravocratas da região Sul dos Estados Unidos – ela escapa e forja o próprio caminho, lutando na Guerra de Independência ao lado dos britânicos, porque havia um caderno, O livro dos negros, que permitiria, caso o seu nome estivesse inscrito nele, fugir para outra colônia britânica, para a região em que hoje se situa o Canadá. Com o intuito de erguer-se acima das determinações escravocratas, Aminata, em um mundo hostil à sua cor de pele, mantém intacta a dignidade e a humanidade, mesmo nas situações mais horríveis que se possa imaginar.

As histórias escritas sobre a época da escravidão muitas vezes desumanizam os escravos ou estabelecem parâmetros irreais para os fatos, amenizando-os. Ao contrário, em O livro dos negros sentimos a força das decisões da protagonista; a sua energia e destreza em ser alguém que, mesmo sob as mais complexas circunstâncias – que encontramos, ainda hoje, na África, nos guetos dos Estados Unidos e nas comunidades pobres do Brasil –, supera tudo e demonstra que podemos triunfar e conquistar nossa liberdade.

Apaixonante, forte e espetacular, a obra deu origem à minissérie The Book of Negroes, produzida pela CBC, que teve a estreia em fevereiro de 2015. Na TV Globo, a série foi exibida em 2019, com o título Meu nome é liberdade; atualmente está disponível no Globoplay. Estrelada pelo vencedor do Oscar, Cuba Gooding Jr., e pela atriz Aunjanne Ellis, a série impulsionou as vendas do livro, chegando a mais de 1 milhão de cópias vendidas, tornando-se uma nova referência das obras de grande impacto e sucesso dos Estados Unidos na atualidade. A obra foi vencedora de prêmios importantes no exterior como o Commonwealth Writers’ Prize e o Rogers Writers’ Trust Fiction Prize, sendo classificada como “maravilhosamente escrita” pelo jornal The New York Times; “de parar o coração”, pelo Washington Post; e “uma heroína indomável”, pelo Globe and Mail.

Sobre a Editora

A Primavera Editorial é uma editora que busca apresentar obras inteligentes, instigantes e acalentadoras para a mulher que busca emancipação social e poder sobre suas escolhas.

Serviço:

Para mais informações, acesse o site: http://www.primaveraeditorial.com

 

 Fotos: Divulgação

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Literatura

Importante clássico da filosofia moderna ganha edição integral no Brasil através da Editora Edipro

Editora Edipro traz a nova tradução de Assim Falou Zaratustra com conteúdo completo para os amantes desse grande pensador.

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Notável desde a sua premissa, “Assim Falou Zaratustra” apresenta a interpretação do que seria a vida de Zoroastro, filósofo persa que viveu no século VII a.C., por meio de discursos e imagens poéticas que satirizam as parábolas bíblicas. Originalmente publicado em quatro partes, as três primeiras entre 1883 e 1885 e a última apenas em 1893, a nova edição apresentada pela Editora Edipro traz o conteúdo integral em volume único, com tradução de Saulo Krieger, membro do GEN (Grupo de Estudos Nietzsche) e pesquisador da obra do pensador. O clássico de Friedrich Nietzsche, filósofo que influenciou gerações inteiras ao redor do mundo, é estruturado em episódios e pode ser lido em qualquer ordem.

Na obra que se tornou um marco para a filosofia e literatura, Nietzsche usa sua linguagem característica, que destaca a predileção por metáforas, ironias e aforismos, para subverter as bases do zoroastrismo. Assim, ele desenvolve a ideia de que o homem é uma forma transicional entre macacos, o que Nietzsche nomeia como “super-homem”. Além disso, o livro conta com a célebre e mais conhecida declaração do autor: “Deus está morto”.

Assim falou Zaratustra é uma leitura essencial para estudiosos e apreciadores da filosofia. Os leitores encontrarão nessa edição integral, publicada pela Editora Edipro, uma das mais bem elaboradas críticas do autor à moralidade, atributo que inibe a autossuperação e a vontade. Além de tudo isso, essa é a oportunidade para se aprofundar em uma das peças fundamentais para a construção do moderno pensamento ocidental.

A obra é o segundo trabalho do autor a integrar o catálogo da Edipro, que já conta com o livro Além do Bem e do Mal. A editora prepara, também, uma nova tradução de Crepúsculo dos Ídolos, ainda sem data de publicação.

 

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Sobre o Autor:

Friedrich Nietzsche (1844-1900) foi um filólogo, filósofo, crítico cultural, poeta e compositor alemão do século XIX. Escreveu diversos textos críticos sobre religião, filosofia, ciência, a moral e a cultura contemporânea, exibindo uma predileção por metáfora, ironia e aforismo. Famoso pela sentença “Deus está morto”, ironicamente era neto de dois pastores luteranos e pensou, ele próprio, em seguir a carreira de pastor. Já na adolescência, entretanto, rejeitou os dogmas religiosos e, aos 24 anos, já havia sido nomeado professor de filologia na Universidade da Basileia. Em 1879, sua saúde debilitada obrigou-o a abandonar o cargo de professor. Em 1889, uma crise de loucura colocou-o sob os cuidados da mãe e, posteriormente, da irmã, até sua morte, em 1900, em Weimar, na Alemanha.

Ficha Técnica:

Assim Falou Zaratustra – Edição Integral

Editora: Edipro

Assunto: Filosofia

Preço: R$ 49,00

ISBN: 9788552101239

Edição: 1ª edição, 2020

Tradução: Saulo Krieger

Idioma: Português

Formato: 14 x 21 cm

Número de páginas: 288

 

Fotos: Divulgação

 

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Literatura

André Mantovanni lança o livro ‘Os Astros Guiam o Seu Destino’ na Livraria Martins Fonte, em São Paulo

Livro é um guia prático para interpretar a influência dos astros e encontrar mais sentido para nossa existência.

 

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O famoso astrólogo André Mantovanni lançará seu mais novo livro “Os Astros Guiam o Seu Destino em São Paulo, no dia 24 de março – terça-feira – a partir das 18h30. André é escritor, astrólogo, tarólogo, estudioso da espiritualidade e do autoconhecimento. Atualmente faz parte do programa Melhor da Tarde, com Cátia Fonseca, na TV Bandeirantes, e apresenta diariamente o Horóscopo da Rádio Nativa FM.

Este livro é um manual prático que ensina o leitor a interpretar seu Mapa Astral de maneira muito simples, conectando-o ao seu propósito de alma e às suas consciência e reais potencialidades.

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“Hoje, cada vez mais temos um interesse cada vez maior de milhares de pessoas sobre a Astrologia. Isso ajudou a tirar a obscuridade dos tempos antigos e a Astrologia ganhou adeptos no mundo todo, com abordagens cada vez mais modernas, sem abrir mão de suas tradições” – André Mantovanni

 

A Astrologia é capaz de nos conectar com as profundezas de nossa alma e pode ser compreendida como um caminho importante para o desenvolvimento interior. De forma ampla, ela estuda a influência de astros e estrelas no comportamento humano. São esses e outros esclarecimentos que Os astros guiam o seu destino trazem ao leitor.

 

Serviço de Lançamento:

Data: 24 de Março – terça-feira – às18h30

Local: Livraria Martins Fontes da Paulista (Av. Paulista, 509)

Livro: Os Astros Guiam seu Destino

Autora: André Mantovanni

Editora: Pensamento

Páginas: 296

Preço: R$ 72,00

 

Fotos: Divulgação

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Literatura

Escritor independente Fabrício Viana lança kit de livros com tema LGBTQI+

No kit de livros com tema LGBTQI+ você encontra romances, livro de não ficção, contos, crônicas, coletâneas, poesias e textos diversos.

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Fabrício Viana além de jornalista, blogueiro e bacharel em psicologia é um nome conhecido dentro da comunidade LGBTQI+ brasileira quando o assunto é livros com temática LGBTQI+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans, Queer, Intersexo e mais).

 

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Sem ter uma editora por trás, ele escreveu sozinho e publicou de forma independente seu primeiro livro em 2006 chamado O Armário, onde o objetivo era ajudar pais, mães, educadores, psicólogos e até homossexuais a entender todos os processos psíquicos que envolvem a homossexualidade e a “entrada e saída do armário”.

 

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O livro deu tão certo que Viana foi em mais de 30 programas de TV (Ana Maria Braga, Fantástico, Mulheres Dez, programa da Ione Borges, entre outros). O que fez o autor continuar escrevendo e publicar – bancando toda a produção do próprio bolso – outros títulos como “Theus: Do Fogo à busca de si mesmo” (seu romance homoerótico e best seller LGBT de 196 páginas), “Orgias Literárias da Tribo” (coletânea premiada duas vezes), “Ursos Perversos” e “Na Brotheragem” (ambos de contos homoeróticos).

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Segundo Fabrício Viana:

Hoje temos uma vasta produção de livros com temática LGBT mas infelizmente poucos autores independentes como eu acabam ganhando visibilidade na mídia. A sorte é que amamos a arte de escrever e por isso queremos sempre ampliar nosso público leitor. É um trabalho incansável, não é só o de escrever mas também de divulgar e vender. Por isso esse kit de livros com temática LGBTQI+

O kit, criado por ele, é composto de 5 dos seus 7 livros “O Armário (144 páginas), Ursos Perversos (120 páginas), Orgias Literárias da Tribo (144 páginas), Na Brotheragem (144 páginas) e Theus (196 páginas).

 

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Escrevi e publiquei sete livros, mas só 5 são com tema LGBT. Esse kit é para quem não tem nenhum dos meus livros ou ainda quer dar de presente para algum amigo ou amiga. Juntei tudo e estamos dando um grande desconto. Além de enviarmos todos eles autografados! Afinal, quem não quer ter livros com temática LGBT de qualidade, premiados e todos autografados em sua estante?“, completa Viana.

Para facilitar a comercialização, o Kit com seus 5 livros começaram a ser vendidos pela Loja de Mimos, neste link http://lojademimos.com.br/fabricioviana

 

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Quem quiser comprar eles separadamente, basta acessar o site do autor, em http://fabricioviana.com/livros

Temos que incentivar não só a literatura com tema LGBT mas todos os escritores e escritoras que, assim como eu, criam, se esforçam e entregam obras de qualidade, obras que te fazem pensar, que te transportam para outros mundos e que mostram o quanto todos nós somos diversos e buscamos, além de tudo, novas experiências e quem sabe novos sabores e amores!“, enfatiza Viana.

Serviço:

Kit com 5 Livros com tema LGBTQI+ de Fabrício Viana

Para comprar o kit, visite:
http://lojademimos.com.br/fabricioviana

Para conhecer o autor e suas outras obras:
http://fabricioviana.com/livros

 

Fotos: Divulgação