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Premiado projeto ‘Grandes Músicos Para Pequenos’ apresenta livezinha inspirada no espetáculo infantil ‘Tropicalinha – Caetano e Gil Para Crianças’

Live vai reunir trechos do musical infantil em homenagem ao movimento tropicalista e quadros inéditos com apresentação de Pedro Henrique Lopes. A programação faz parte do projeto “Diversão em Cena”.

 

Tropicalinha - Foto de Junior Mandriola (166)

O premiado projeto ‘Grandes Músicos Para Pequenos‘, criado pela produtora Entre Entretenimento, apresenta a sua terceira livezinha: TropicalinhaCaetano e Gil para Crianças‘, dia 12 de julho, às 16h. Com direção de Diego Morais e roteiro de Pedro Henrique Lopes, o programa vai reunir trechos pré-gravados do musical infantil homônimo e quadros inéditos para toda a família. A apresentação faz parte do projeto Diversão em Cena e vai ser exibida em suas redes sociais, com patrocínio da ArcelorMittal, através da Lei de Incentivo à Cultura da Secretaria Especial de Cultura.

‘Tropicalinha’ conta a história do Reino de Pindorama, governado por uma rainha autoritária (Martina Blink), que toma o poder e baixa decretos proibindo a música e as cores no lugar. Dois amigos, Cae (Pedro Henrique Lopes) e Gil (Orlando Caldeira), se unem para trazer sons e cores de volta ao reino, em alusão ao movimento tropicalista. Também estão no elenco, Flora Menezes (Pobo), Hamilton Dias (Lindoneia) e Rafael de Castro (Juca). O musical não é biográfico, mas é inspirado em momentos vividos por Caetano Veloso e Gilberto Gil na juventude. No repertório, estão músicas como “Tropicália”, “Força estranha”, “Alegria, alegria”, “Vamos fugir”, “Andar com fé”, “Divino Maravilhoso”, “Expresso 2222” e “Você é linda”.

 

Mêlo (Pedro Henrique Lopes) - Foto de Andrea Rocha ZBR (12)

A programação online inédita do Grandes Músicos Para Pequenos já contou com duas lives em junho, que ainda podem ser assistidas: ‘Luiz e Nazinha – Luiz Nazinha para Crianças’ (https://www.youtube.com/watch?v=wq5srKtw-WI) e ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’ (https://www.youtube.com/watch?v=UK-JRF8MRoc). O carismático personagem Mêlo, do espetáculo ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’, interpretado por Pedro Henrique Lopes, é o cicerone das três apresentações. A ideia do projeto é despertar a curiosidade das crianças sobre os artistas e sua obra com atividades temáticas e informações sobre os músicos homenageados. Outras atividades estão disponíveis no canal do Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (YouTube.com/grandesmusicosparapequenos).

“Agora, temos mais um canal de interação com as famílias que acompanham o projeto. Com os teatros fechados, é importante que se criem atividades virtuais atraentes que estimulem as crianças. Nosso objetivo é iniciar uma nova fase, com conteúdos audiovisuais elaborados para unir todas as gerações”, explica o diretor Diego Morais.

Contemplado na Categoria Especial no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016 pela sua relevância ao teatro infantil, o projeto Grandes Músicos para Pequenos foi criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Assistido por quase 200 mil pessoas, seus espetáculos somam juntos 13 prêmios de teatro infantil, entre outras 42 indicações.

Tropicalinha web - Foto de Junior Mandriola (5)

Grandes Músicos Para Pequenos

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Foi premiado no CBTIJ 2015 (melhor Atriz), além de outras 5 indicações. Depois, vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ – Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações; Bituca – Milton Nascimento para Crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações; Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações; e Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças, em 2019, vencedor do Musical Rio 2019 como Melhor Espetáculo Infantil, tendo recebido outras 3 indicações.

Serviço:

‘Grandes Músicos Para Pequenos’

Quando: 12 de julho de 2020

Horário: 16h

* As exibições ao vivo são transmitidas pelas redes sociais, Facebook (facebook.com/DiversaoEmCena), Instagram (@diversaoemcena) e Youtube (bit.ly/diversaoemcena) do “Diversão em Cena”, projeto que democratiza o acesso ao teatro infantil, criado e mantido pela ArcelorMittal.

 

Fotos: Andrea Rocha e Junior Mandriola

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Teatro Infantil

Espetáculo ‘O Tesouro de Cascudo’, da Cia Contos da Mala inaugura a programação infantil do Teatro Itália, em Sampa

ultima (1)A Cia Contos da Mala estreia temporada no Teatro Itália da peça ‘O Tesouro de Cascudo‘, que recentemente participou do Festival de Férias do Teatro West Plaza. O espetáculo inaugura a programação de teatro infantil do Itália aos sábados, às 16h. ‘O Tesouro de Cascudo’ resgata personagens do folclore brasileiro, que tem como um dos seus maiores narradores, o escritor potiguar, Câmara Cascudo, fonte de inspiração para a criação da peça.

128e40cecf28216db821c46edd092a31A história começa quando, após a morte do Capitão Cascudo, seus dois seguidores, Troça e Cochicho começam a disputar o posto deixado por ele. A descoberta de um mapa do tesouro e a busca por ele faz a dupla, imbuída do espírito destemido de marinheiros, se lançar em rios e matas. Nesta viagem, eles inventam brincadeiras, encontram personagens do folclore brasileiro, como o Saci e o Curupira e a Cobra Honorato e descobrem que o verdadeiro tesouro são as histórias das personagens deixadas pelos escritores folcloristas que fazem parte de nossa cultura e povoam o imaginário popular.

unnamedA dramaturgia do espetáculo é inspirada nos folcloristas Câmara Cascudo, nas obras “Contos Tradicionais do Brasil” e “Literatura Oral do Brasil”, e Ricardo Azevedo, nos seus livros “Armazém do Folclore”, “No Meio da Noite Escura Tem Um Pé de Maravilha” e “Meu Livro de Folclore”.

A Cia Contos da Mala utiliza a linguagem das contações de histórias e narrativas que envolvem ferramentas de investigação no campo do improviso, tendo como ponto de partida a figura popular do palhaço, construindo, assim, de forma lúdica, um vínculo entre história e público.

Tesouro de Cascudo - São José dos Campos-36Na proposta da Companhia, os personagens saem da mala para cena e ganham vida na união com o público. Materiais diversos são usados como “faísca” da imaginação para que cada um experimente o prazer de sonhar. A Cia Contos da Mala, hoje, é formada pelos atores Lucas Valadares e Willian Maciel, tem em seu repertório, os espetáculos “O Soldadinho de Chumbo e a Bailarina”, “Alice no País das Maravilhas” e agora “O Tesouro de Cascudo”, que estabelece a ponte entre o folclore e o exercício da brincadeira.

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Sobre Willian Maciel

Natural de Lençóis Paulista-SP, formado em Artes Visuais, Professor de Arte, Ator, Diretor e Dramaturgo. Começou sua atividade artística no interior de São Paulo, na Cidade de Lençóis Paulista, integrando a Cia Atos e Cenas, foi um dos formadores da Cia Contos da Mala, trabalhou em vários espetáculos, foi assistente de José Renato no espetáculo “De cara com o Avesso”e atualmente leciona Arte em escolas e atua junto a Cia Borbolina em São Paulo.

Em 2017, integrou Cptzinho, seguindo junto no Círculo de Dramaturgia do CPT, no final do ano de 2017 e início de 2019.

No Ano de 2015 fez parte da 7ª Turma do Núcleo de Dramaturgia Brithsh Council, onde pode trocar experiência a partir dos encontros com dramaturgos do Reino Unido, tais como Stef Smith, Gabriel Calderon, David Harrower.

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Sobre Lucas Valadares

Natural de Salvador-BA, Ator e Produtor Cultural, formado pela Escola de Arte Dramática (EAD), na ECA – USP, bacharel no curso de Comunicação Social com Hab. em Relações Públicas pela UNIFACS – BA, e Pós-Graduado no Curso de Jornalismo Cultural pela FAAP – SP, com um livro de poesias publicado, intitulado Cinza. Atuou profissionalmente na área de Comunicação, na Secretaria de Cultura e Turismo do Estado da Bahia, como também na Assessoria de Imprensa, Pesquisa e Criação de Projetos Culturais na Fundação Cultural do Estado da Bahia. Foi Proponente do Projeto de Residência Artística em Teresina-PI, intitulado “Ainda Há Vagalumes Lá Fora”, baseado na obra de Torquato Neto. Trabalhou em oficinas de criação com o Grupo Lume, e de dança com José Carlos Arandiba, o Zebrinha. Fez oficina de Palhaço com Avner, e de Interpretação com a Companhia do Latão, entre outras. Atuou em espetáculos com direção de José Possi Neto, Márcio Meirelles, Celso Frateschi, Dagoberto Feliz, Yacov Hillel, Marco Antonio Pamio, Pedro Pires, Bete Dorgam, entre outros.

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Sinopse:

Troça e Cochicho são marinheiros atrapalhados, seguidores do Capitão Cascudo, que estão em busca de um misterioso tesouro. Durante a viagem enfrentam desafios ao se depararem com figuras do folclore brasileiro como o Saci, a Mula sem Cabeça, Cobra Norato e a Iara.

Ficha Técnica:

Dramaturgia e Direção: Willian Maciel

Elenco: Lucas Valadares e Willian Maciel

Preparação de Movimento: Luciana Bortoleto

Produção e Manipulação de Bonecos: Vitor Deluzzi

Adereços e Figurino: Mirian Casemiro

Costureira: Judite Dias Rosa

Iluminação, Operador de Luz e Voz do Capitão Cascudo: Giuliano Caratori

Criação de Sonoplastia e Gravações de Áudio: Roberto Distádio

Música: Flávio Pereira

Operador de Som e Voz do Saci: Márcio Santiago

Fotografia: Eduardo Petrini

Filmagem: PDF Filmes

Projeto Gráfico: Leandro Oliveira

Imagens: Felipe Giménez

Produção: Lucas Valadares e Willian Maciel

Assistente de Produção: Vanessa Bonfim

Produção Executiva: Willian Maciel

 

Serviço:

O Tesouro de Cascudo

 Temporada: 14, 21 e 28 de março e 4, 11, 18 e 25 de abril de 2020

Horário: Sábados, às 16h

Ingressos: R$ 25,00 e R$ 50,00

Capacidade: 292 lugares

Duração: 50 minutos

Classificação: Livre

 Teatro Itália

Av. Ipiranga, 344, República

Tel.: (11) 3120 – 6945

Fotos: Divulgação 

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Teatro Infantil

Explorando a estética da palhaçaria, Cia. Palhadiaço apresenta gratuitamente o espetáculo “Depósito” nos espaços públicos da Zona Leste de São Paulo

Apresentações (grátis) acontecem na zona leste da capital paulista: Casa de Cultura São Rafael, Parque Ecológico Chico Mendes, Casa de Cultura Itaim Paulista, Praça do Forró e Praça Coroinhas.

Depósito -foto de Michele Araújo

Cia. Palhadiaço estreia o espetáculo Depósito no dia 14 de março (sábado, às 15h30) na Praça do Forró, em São Miguel Paulista. Explorando a linguagem da palhaçaria moderna, a montagem fala de um tempo no qual a arte se tornou um vírus e a pessoas infectadas, de nariz vermelho, são isoladas em um depósito de artistas.

Com criação coletiva, dramaturgia de Matheus Barreto e direção de Rani Guerra, o espetáculo investiga uma vertente, denominada pelo grupo de “palhaçaria periférica”, que cria diálogos com a cidade, suas periferias, seus artistas marginalizados e suas excelências artísticas, subversivas e resistentes. O artifício do trabalho é a comicidade. O texto de Depósito surgiu de um processo de pesquisa, no qual os integrantes foram para as ruas do Itaim Paulista em busca de uma narrativa, imersos em improvisos, jogos e entrevistas com habitantes em feiras, mercados e praças, questionando-os sobre como seria para eles se a arte fosse uma expressão proibida.

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No enredo, o vírus da arte causa uma doença com muitos sintomas e, em quadros mais graves, o paciente fica com o nariz vermelho. Para deter essa infestação um estado totalmente desarticulado é instituído com medidas severas em busca de aniquilar a existência artística: os donos do poder constroem depósitos para isolar as pessoas infectadas, chamadas de “artistas”. A montagem da Cia. Palhadiaço reflete sobre essa ‘epidemia’: haverá cura?

Os palhaços Terrô (Matheus Barreto), Disgraça (Jhuann Scharrye), Miséria (Priscyla Klepscke) e Catástrofe (Rogério Nascimento) são os quatro últimos artistas restantes no Itaim Paulista e são confinados. “Na cena, somos os que restaram, somos todos iguais, sem um líder, mas organizados”, explicam os atores. O nascimento de uma criança com o principal sintoma da doença, o nariz vermelho, acelera a necessidade de erradicar a síndrome. Ativistas protestam contra a ação. E a poção de cura é então sabotada pela criança que adultera o líquido com sua própria fralda. Quando ingerido por Miséria, Terrô e Disgraça, o efeito é invertido, provocando uma epifania artística.

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O grupo, cujos integrantes são oriundos de escola de palhaços em busca de uma identidade periférica, explora os trejeitos do corpo em relação ao espaço valendo-se de uma dramaturgia circense onde gags, malabares, equilibrismo e acrobacias estão a favor da cena. Depósito é um espetáculo lúdico-musical-reflexivo, no qual a diversão é artifício para refletir sobre identidade cultural, arte e relações de autoridade. A música também desempenha papel fundamental com paródias, releituras e composições originais, entre as quais um rap, que traz uma hilária batalha de palhaços.

A partir da visão dos moradores sobre o artista e o papel da arte na sociedade, o enredo traz um fábula, uma distopia desarticulada, onde o artista e suas manifestações culturais se tornaram obsoletos. “Toda a forma de expressão desorganizada é perigosa e nada funcional. É neste contexto que se insere o palhaço, o ser sem órgãos, que não se organiza, não tem nenhuma valia ao desenvolvimento social, não só olha para o seu desacerto, ao contrário, coloca uma lupa sobre ele”, explicam os atores. Depósito mostra esse palhaço que evidencia o desfuncionamento e gargalha do mesmo. “Assim como o palhaço, muitas formas artísticas à margem, na beira, na periferia, podem ser tão profundas, ou até mais que aquelas realizadas em pontos mais centrais da cidade”, finalizam.

 

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A Cia. Palhadiaço

A Companhia Palhadiaço começou, em 2013, sua pesquisa sobre fazer teatro a partir de estudos e pesquisas na arte do ator, realizando experimentos sobre um processo pré-expressivo no qual o corpo é o ponto de partida, a fim de introduzir o trabalho da personagem, que flui durante o processo de experimentação corporal e de estética de cena. Em 2014, apresentou seu primeiro experimento no Festival de Cenas Curtas – O Retrato Oval, de Edgar Allan Poe. No mesmo ano produziu Que Isso Fique Entre Nós, texto autoral, e no segundo semestre começou o estudo do palhaço. O Espetáculo Espetacular estreou, em outubro de 2014, com apresentações na Praça da Matriz, em Iracemápolis, SP, e na Biblioteca Municipal de Limeira, também interior paulista. Em 2015, o projeto continuou a investigação no estudo do palhaço em eventos como o Sarau Pé de Cana, em Iracemápolis, e no Sarau MERAKI, em Cosmópolis, SP. No mesmo ano apresentou o espetáculo no espaço CEAC (Centro de Educação de Arte e Cultura) em Iracemápolis, Piracicaba e Limeira (Parque da Criança). Em 2016, dois integrantes foram selecionados para o Programa de Formação para Jovens do Doutores da Alegria a fim de intensificar o estudo do palhaço, passando por todas as máscaras até chegar à menor delas. Em 2017, ocorreu a reestreia de Espetáculo Espetacular no Sarau do Povo, em São Miguel Paulista, com novos integrantes e novos números. No mesmo ano, a companhia realizou seu primeiro Cabaré Palhadiaço, no Parque São Rafael, zona leste, na sede do Grupo Rosas Periféricas, e iniciou o projeto Banda Palhadiaço, cuja pesquisa desenvolveu um repertório com músicas circenses, ritmos brasileiros e composições próprias. Em 2018, a Cia. estreou Presepadas, que conta com habilidades circenses e pesquisa junto ao público infantil, e, em 2019, Podia ser Pior, que investiga a palhaçaria periférica, visando a descentralização da linguagem circense junto ao debate sobre marginalização social e sua cultura proveniente. No mesmo ano iniciou pesquisa com o projeto Palhaço Marginal – A lógica do ilógico, contemplado pelo Programa Vai I – Edição 2019.

Ficha Técnica:

Criação: A Companhia.

Texto: Matheus Barreto

Direção: Rani Guerra

Elenco: Jhuann Scharrye, Matheus Barreto, Priscyla Klepscke e Rogério Nascimento

Direção Musical: Joel Carozzi

Figurino: Eliana Carvalho, Paola Carvalho e Diego Felipe

Cenografia: A Companhia

Arte Gráfica: Renan Preto

Fotografia e Filmagem: Recicla Filmes

Assessoria de Fmprensa: Eliane Verbena

Produção Executiva: Pião Produções Artísticas

Assistência de Produção: Priscyla Klepscke e Rogério Nascimento

Idealização: Cia. Palhadiaço

 

Serviço:

Depósito / Apresentações

14 de março. Sábado, às 15h30 – Estreia!

Local: Praça do Forró

Praça Padre Aleixo, S/N – São Miguel Paulista

15 de março. Domingo, às 11h30

Local: Praça Coroinhas

Rua Jandira dos Santos – Parque Residencial D’Abril

19 de março. Quinta, às 10h

Local: Casa de Cultura São Rafael

Rua Quaresma Delgado, 354 – Jardim Vera Cruz. Tel: (11) 3793-1071

20 de março. Sexta, às 10h

Local: Casa de Cultura Itaim Paulista

Rua Monte Camberela, 490 – Vila Silva Teles. Tel: (11) 2963-2742

22 de março. Domingo, às 11h30

Local: Parque Ecológico Chico Mendes

Rua Cembira, 1201 – Vila Curuçá. Tel: (11) 2035-3130

*Todas as sessões ocorrem na zona leste de São Paulo.

Ingressos: Entrada Franca

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

Gênero: Tragicomédia

Tel.: (11) 97983-4902

Oficina:

Oficina de Comicidade – Tema: A lógica do Ilógico

18 de abril. Sábado, das 9h30 às 12h30

Local: Casa de Cultura Itaim Paulista

Rua Monte Camberela, 490 – Vila Silva Teles. Tel: (11) 2963-2742

Grátis. Classificação: 12 anos.

Descrição: A Companhia Palhadiaço ministra oficina que aborda o jogo cômico, a investigação sobre as possibilidades do corpo e as lógicas do palhaço com seu olhar sobre a periferia.

Fotos: Michelle Araújo

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Teatro Infantil

Com manipulação de bonecos e cenário em luz negra, clássico infantil “O Pequeno Príncipe” retorna para mais uma temporada de sucesso no Teatro Folha, em São Paulo

O Pequeno Príncipe -Teatro Folha -foto de Will Siqueira (3b)

Após o sucesso da primeira temporada, sendo um dos três espetáculos infantis mais assistidos de 2019, “O Pequeno Príncipe, adaptado e dirigido por Ian Soffredini, está de volta ao Teatro FolhaA encenação, que integra o trabalho de ator com manipulação de bonecos e técnicas de teatro com luz negra, reestreia no dia 14 de março e permanece em cartaz até 31 de maio, sempre aos sábados e domingos, às 16 horas. O Pequeno Príncipe é uma adaptação da obra homônima escrita pelo aviador francês Antoine de Saint-Exupéry, publicada em 1943. O livro se tornou um clássico da literatura universal, traduzido em mais de 220 idiomas e dialetos.

O Pequeno Príncipe mora no asteroide B-612 com uma rosa, baobás e três vulcões. Um dia ele pega carona numa revoada de pássaros e vai conhecer novos mundos e pessoas. Depois de passar por diversos planetas e conhecer inusitados personagens – como o Rei, o Homem de Negócios e o Vaidoso – acaba caindo no planeta Terra, em pleno deserto do Saara. Na Terra conhece o narrador, que coincidentemente sofreu uma queda de avião no mesmo local.

 

O Pequeno Príncipe -Teatro Folha -foto de Will Siqueira (1b)

O diretor Ian Soffredini conta que, ao adaptar a obra literária, preservou ao máximo as imagens poéticas sugeridas pelo autor e concentrou o foco em criar uma ação dramática fortalecendo, assim, a narrativa da peça. “O livro começa contando a história do aviador e depois conta a história do Pequeno Príncipe. Eu fui direto à história do Pequeno Príncipe, destacando a ação e o que acontece com ele. O primeiro ato mostra a viagem do personagem pelos planetas e o segundo, as experiências dele na Terra”, explica o diretor.

A equipe encena o texto destacando a sensibilidade e a visão poética sobre a vida e as relações, que é um dos pontos fortes da obra de Saint-Exupéry. A montagem leva o conteúdo da obra para um mundo de sonho e fantasia por meio de uma estética visual rica, colorida, capaz de despertar a imaginação das crianças e emocionar aos adultos. Assim como a obra literária, a peça se comunica com o público de todas as idades.

Ian Soffredini conta que a mistura de linguagens – interpretação, manipulação de bonecos, objetos e formas inanimadas e luz negra – foi experimentada de maneira a reforçar o significado de cada cena e ressaltar a função de cada personagem da peça.

 

O Pequeno Príncipe -Teatro Folha -foto de Will Siqueira (4b)

Ficha Técnica:

 Dramaturgia e direção: Ian Soffredini (baseado no livro de Antoine de Saint-Exupéry). 

Elenco: Enrico Verta, Luiza Arruda, Mari Williams, Nathalia Kwast, Patrick Aguiar, Rafael Rilo e Tita Azevedo. 

Direção de arte: Sidnei Caria. 

Cenografia, figurinos, bonecos e máscaras: Sidnei Caria, Silas Caria e Tete Ribeiro. 

Direção de manipulação de bonecos: Wanderley Piras. 

Música original: Ricardo Severo. 

Produção executiva e administração: Isabel Gomez 

Desenho de luz: Diego Rocha. 

Sonoplastia: Mariana Nunes. 

Costureira: Cidinha André. 

Assessoria de Imprensa: Verbena Comunicação. 

Coordenação de marketing: Emanoela Abrantes. 

Criação gráfica: Marjorie costa. 

Mídias sociais: Pedro Tavares. 

Equipe técnica: Jardim Cabine. 

Fotografia: Will Siqueira 

Realização: Dulion Participações e Serviços Teatrais LTDA.

 

O Pequeno Príncipe (Teatro Folha) -foto por Pedro Tavares -1b

 

Serviço:

O Pequeno Príncipe

Temporada: 14 de março a 31 de maio.

*Sessões extras (feriados): 10, 20 e 21 de abril; 1º de maio

Horário: Sábados, domingos e feriados, às 16h.

Ingresso: R$ 50,00 (setor único).

Vendas por telefone: (11) 38232423 / 38232737 / 38232323.

Vendas online: www.teatrofolha.com.br

Venda para grupos e escolas: (11) 3661-5896 / 97628-4993.

Duração: 50 minutos

Classificação Indicativa: 3 anos

Gênero: Drama

 Teatro Folha

Av. Higienópolis, 618 – Higienópolis

Tel.: (11) 3823-2323

Fotos: Pedro Tavares & Will Siqueira

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Teatro Infantil

Há oito anos em cartaz, espetáculo “CRIANCEIRAS” transforma poemas de Manoel de Barros em canções para crianças e abre a temporada infantil do Teatro-D, em São Paulo

Espetáculo é idealizado por Márcio de Camillo, tem direção teatral de Luiz André Cherubini (do Grupo Sobrevento) e ilustrações de Martha Barros (a filha do poeta).

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Concebido para aproximar as crianças do universo artístico e literário do poeta Manoel de Barros (1916-2014), o musical CRIANCEIRAS tem quatro novas apresentações no Teatro-D, entre os dias 7 e 28 de março, aos sábados, sempre às 16h. O espetáculo, concebido pelo músico Márcio de Camillo, transforma poemas desse grande autor brasileiro em canções, que são apresentadas ao público infantil junto com ilustrações, animações, projeções de vídeo e várias outras linguagens artísticas.

A adaptação teatral do espetáculo é assinada por Luiz André Cherubini (do Grupo Sobrevento); as ilustrações por Martha Barros (filha do poeta), as animações por Josué Júnior e Andréa Senise; e a cenografia e figurinos por Telumi Hellen. Em cena, ainda estão os atores João Bresser e Driely Palácio; os músicos Márcio de Camillo, Nath Calan e Tiago Sormani; e o VJ Paulo Higa.

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O projeto utiliza metalinguagens que despertam a curiosidade e o amor pelo mundo das artes. “Ao mergulhar em sua obra, percebi o quão lúdico é aquele universo de encantamento e descobertas, vividas pelo poeta em sua infância pantaneira. Assim, musiquei sua obra para as crianças, de forma que seus versos pudessem ser entoados como o canto dos passarinhos, e levados com o vento, sem direção”, conta o idealizador e realizador do projeto, o cantor e compositor sul-mato-grossense Márcio de Camillo.

CRIANCEIRAS MANOEL DE BARROS tem CD gravado, seguindo a ideia original do compositor, de aproximar a própria filha pequena da poesia, e, também, do desejo de homenagear a obra de um dos maiores poetas brasileiros, que inclusive, acompanhou a musicalização. Manoel de Barros foi vizinho e amigo de Márcio.

Desde 2012, quando foi indicado ao “Prêmio de Música Brasileira”, na categoria de ‘Melhor Álbum Infantil’, as faixas do CD ganharam videoclipes pelo canal Gloob, o que tornou a obra ainda mais presente no cotidiano das crianças. Ainda naquele ano, Márcio estreou o espetáculo cênico musical, concebido a partir do primeiro CD, e dirigido por Luiz André Cherubini, um dos fundadores do Grupo Sobrevento, especializado em teatro de animação. O espetáculo vem percorrendo o Brasil inteiro ao longo desses oito anos.

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CRIANCEIRAS MANOEL DE BARROS reúne poesia, música, imagem, ação e movimento numa encenação delicada e divertida, concebida por artistas comprometidos com a arte contemporânea feita para crianças, animando e cativando o público com as poesias de Manoel de Barros, além de mesclar elementos reais e virtuais.

As personagens, que foram ilustradas pela filha do poeta, Martha Barros, saem do papel e ganham vida no palco, por meio de recursos digitais e de outras linguagens, interagindo com o cantor, músicos e atores ao longo do musical.

O primeiro CD também rendeu um aplicativo com conteúdo educativo disponível para download gratuito na Googleplay e Appstore. Tanto os CDs, como o musical e App, possuem um grande viés educativo e têm sido cada vez mais utilizados por professores e educadores como ferramenta pedagógica para aproximar seus alunos e educandos de obras literárias de importantíssimo valor para a cultura brasileira. Ensina poesia e literatura de um jeito divertido, sem subestimar os pequenos, valorizando-os plenos e capazes de compreender poesia. Até porque toda criança nasce meio poeta. Pais, mães e educadores sabem bem disso!

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Sinopse:

Concebido pelo músico Márcio de Camillo, o espetáculo musicaliza poemas de Manoel de Barros e os apresenta para crianças com múltiplas linguagens. As iluminuras de Martha Barros, filha do poeta, ganham vida e contracenam com os músicos e atores, através do cinema de animação. A adaptação teatral é assinada por Luiz André Cherubini. O projeto foi concebido para aproximar as crianças do universo artístico e literário e despertar a curiosidade e o amor pelo mundo das artes.

Repertório:

Bernardo

“Linhas Tortas”

“O Menino e o Rio”

“Os Rios Começam a Dormir”

“Sombra Boa”

“O Silêncio Branco”

“Se Achante”

“O Idioma das Árvores”

“Sabastião”

“Um Bem-te-vi”

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Ficha Técnica:

Poesias: Manoel de Barros

Ilustrações: Martha Barros

Música: Marcio de Camillo (também autor e intérprete)

Direção Teatral: Luiz André Cherubini (Grupo Sobrevento)

Assistência de Direção: Andréa Freire

Cenografia e Figurinos: Telumi Hellen

Animações: Josué Júnior e Andréa Senise

Adereços: Carol Jordão

Designer Gráfico: Lula Ricardi / XYZ Design

Percussão, Bateria e Vocal: Nath Calan

Teclado, Sopros e Vocal: Tiago Sormani

Atriz: Driely Palacio

Ator: João Bresser

VJ: Paulo Higa

Operação de Luz: Leandra Demarchi

Técnico de Som: Daniel Inácio

Produção Executiva: Izabella Maggi | Criatto Produções

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Serviço:

“Crianceiras Manoel de Barros”

Temporada: 7 a 28 de março de 2020

Horários: Sábados, às 16h

Ingressos: R$80 (inteira) e R$40 (meia-entrada)*

*Moradores do Itaim Bibi pagam meia com comprovante de residência

Bilheteria: Todos os dias, a partir das 10h (bilheteria@teatrod.com.br) ou pelo site Sympla

Duração: 50 minutos (não é permitido entrar após o início do espetáculo)

Gênero: Musical

Classificação: Livre

Estacionamento Grátis: Melhor entrada pela Rua Leopoldo Couto de Magalhães, 366 (cancela do Hipermercado Extra)

Teatro-D

Rua João Cachoeira, 899  – Itaim Bibi

Tel.: (11) 3079-0451

Fotos: Everton Tavares & Mario Castello